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“A febre das proteínas”: o que dizem as novas diretrizes alimentares dos EUA – e por que isso importa para o Brasil?

Novas diretrizes dos EUA reacendem debate sobre consumo de proteína e impacto da tendência nos brasileiros.

Mirante News FM

Niara Abreu em entrevista ao Atualidades, com Marcelo Rodrigues.
Niara Abreu em entrevista ao Atualidades, com Marcelo Rodrigues. (Anna Clara Dias / Mirante News FM)

SÃO LUÍS – No Atualidades desta quarta-feira (18), a nutricionista Niara Abreu explicou a repercussão das novas diretrizes alimentares dos Estados Unidos, reunidas no Dietary Guidelines for Americans.

O documento, atualizado a cada cinco anos, passou a indicar uma faixa maior de consumo de proteína –  entre 1,2 e 1,6 gramas por quilo de peso ao dia – especialmente para idosos, pessoas fisicamente ativas e quem está tentando emagrecer. Apesar da polêmica nas redes sociais, a orientação não defende exageros nem corta carboidratos, mas reforça a importância de equilíbrio e qualidade na alimentação.

Durante a entrevista, Niara destacou que o debate também impacta o Brasil, já que tendências internacionais influenciam o mercado e os hábitos por aqui. Ela lembrou que tanto o guia americano quanto o Guia Alimentar para a População Brasileira priorizam alimentos naturais e minimamente processados, alertando para o excesso de produtos industrializados que apenas adicionam proteína para atrair consumidores. 

“O índice de obesidade [nos Estados Unidos] é muito grande, então isso diz que o consumo de carboidratos, de fast foods, refrigerantes, industrializados é muito alto […] então por conta disso, provavelmente eles analisaram um pouco melhor e viram que o consumo de proteína aumentado vai gerar um pouco mais de ansiedade, então vai diminuir esse consumo de carboidratos, que prejudica todo o nosso funcionamento, nosso metabolismo e consequentemente vai diminuir um pouco a questão de peso, aquilo é muito grande” explicou a nutricionista.

Veja.

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