Negligência?

Por falta de atendimento, homem morre no Macroregional

O caso aconteceu no último fim de semana e revoltou os familiares da vítima.
Imirante.com / Imperatriz09/07/2018 às 12h04
Por falta de atendimento, homem morre no MacroregionalToda a cena do momento em que o paciente chega ao hospital foi filmada por enteado da vítima. (Foto: divulgação)

IMPERATRIZ – Um caso de omissão de socorro revoltou os familiares do idoso Agostinho José Pereira, 64 anos, que morreu de parada cardíaca respiratória, no último sábado (7), após o Hospital Macroregional Ruth Noleto ter negado atendimento médico ao paciente. Agostinho, que mora próximo ao hospital, passou mal por volta do meio dia e foi levado de táxi ao hospital, segundo informações de familiares.

Toda a cena do momento em que o paciente chega ao hospital foi filmada por enteado da vítima. O atendimento teria sido negado, sob alegação de que o hospital não presta serviço de urgência e emergência. As imagens mostram o enteado chorando, porque o padrasto teria morrido, ainda dentro do táxi.

Ainda segundo a família de Agostinho José, quando uma equipe do hospital resolveu receber o paciente, ele já estava morto. O caso revoltou os familiares, que agora clama por Justiça.

Em nota, o Governo do Estado diz que foi realizado o procedimento de reanimação do paciente, embora sem sucesso, e a família recebeu orientação e acompanhamento da equipe multidisciplinar do hospital.

Veja a íntegra da nota!

O Hospital Macrorregional Dra Ruth Noleto esclarece que:

1. No último sábado (7), chegou à unidade paciente com parada cardiorrespiratória;
2. Durante 40 minutos, a equipe de médicos e enfermeiras do Hospital realizou procedimento de reanimação do paciente. Infelizmente, não obteve sucesso;
3. A família do paciente recebeu toda orientação e acompanhamento da equipe multidisciplinar do hospital, de modo a garantir o amparo que a situação necessita;
4. Imperatriz conta com Unidades de Pronto Atendimento e Hospital Municipal para atendimento de casos de urgência e emergência;
5. Desde 2016, quando foi inaugurado, o hospital mantém o perfil de atendimento aos pacientes de cirurgias eletivas de média e alta complexidade.

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