Triathlon na "veia" e na Ilha

UrsoMan 70.3 é realizado com sucesso na capital

Evento reuniu mais de 40 atletas inscritos

Com informações da Assessoria

- Atualizada em 26/03/2022 às 19h11
Evento reuniu mais de 40 atletas inscritos e agitou o calendário esportivo do fim de semana (Crédito: @blackclick.R4)
Evento reuniu mais de 40 atletas inscritos e agitou o calendário esportivo do fim de semana (Crédito: @blackclick.R4) (Divulgação )

SÃO LUÍS (MA) - Superação, animação, amizade, primeira vez, novas memórias, queda e muita emoção. De tudo teve na prova de triathlon intermediário que ocorreu este fim de semana (6) em São Luís, na Península da Ponta D’Areia, promovida pela assessoria CTP3.

O UrsoMan 70.3 reuniu mais de 40 atletas inscritos, onde 23 deles se lançaram a nadar 1.900 metros, pedalar 90 quilômetros e finalizar correndo uma meia maratona com 21.097,50 metros.

Também tiveram atletas que só nadaram, só pedalaram ou só correram. Cada um desses em suas distâncias escolhidas ou cumprindo suas planilhas de treinos do dia.

Entre os atletas que participaram do UrsoMan 70.3, dois tiveram seus nomes indicados ao Troféu Mirante pelo esporte Triathlon: Giuliana Nogueira e João Victor.

A largada se deu às 6h com a natação marítima em frente ao Forte Santo Antonio, seguida de transição para o pedal pela Avenida Ferreira Gullar (Ilhinha - em trecho fechado pela SMTT) e, por último, a corrida com percurso no trecho entre o Iate Clube até o Champs Mall.

Essa foi a primeira vez que São Luís teve uma prova de 70.3 realizada. As outras já promovidas foram nas modalidades sprint (250 metros de natação, 20k de nado e 2,5 km de corrida).

A ideia de realizar o UrsoMan 70.3 foi dos atletas e amigos André Vasconcelos e André Franklin (fotos anexas) que tiveram a etapa do IronMan de Florianópolis cancelada em função da pandemia.

Dilsonclay Silva, o Pará, comprou a ideia dos atletas e como o treinador já tem vasta experiência em triathlon intermediário e “full – 3.800 metros nadando, 180 km pedalando e 42 km correndo”, apostou no feito.

“Tristes porque a prova de Floripa tinha sido cancelada”, disseram os xarás que queriam mesmo assim testar seus treinamentos. “Quando decidimos estender o convite para os demais atletas que treinam no CT, conseguimos organizar tudo em um mês e meio, daí deu essa festa linda”, contou Pará.

O treinador Pará, além de estar na organização, foi atleta e campeão do 1º UrsoMan 70.3 com um tempo total de 4 horas e 58 minutos de natação, ciclismo e corrida.

Das várias mulheres que toparam participar da prova, uma única, a Jana Freire, encarou as distâncias completas. Ao concluir, respirou fundo e expressou. “Foi show demais”, afirmou.

Fábio Barros, um dos diretores do evento, comentou que o objetivo dos envolvidos foi transformar um evento de esporte num evento de saúde.

Anunciou ainda que a meta é em 2022 trazer a marca IronMan para capital maranhense.

Dilson Pará, ao terminar a prova, falou que o segredo para tanta resistência é treinar e ter constância e que o resultado vem a longo e médio prazo. Também confessou que usou água mais para se jogar durante a prova que para beber, porque o sol naquele dia estava “um para cada”.

André Franklin disse ser uma sensação indescritível ter completado e que vai tentar um full, mas pensará nisso depois de descansar.

Por sua vez, André Vasconcelos desabafou. “Foi maravilhoso. Inédito por fazer isso na nossa ilha, com nossos amigos, não podia ser melhor”; e agradeceu a todos que contribuíram. “Vamos torcer para que ano que vem tenhamos mais eventos como este na cidade”, disse.

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