Primeiro dia

Da homenagem a Ney à força amazônica: Imperatriz e Mangueira se destacam

Saiba como foi o primeiro dia dia de desfiles das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio.

Na Mira, com informações do g1 RJ

Homenagens e alegorias gigantes: Mangueira e Imperatriz agitam o Carnaval do Rio. (Foto: Instagram/Mangueira e Divulgação/Riotur)
Homenagens e alegorias gigantes: Mangueira e Imperatriz agitam o Carnaval do Rio. (Foto: Instagram/Mangueira e Divulgação/Riotur)

RIO DE JANEIRO - O desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval 2026 do Rio de Janeiro começou na noite de domingo (15) e seguiu até a manhã de segunda-feira (16), no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Quatro agremiações passaram pela avenida, em uma noite marcada por grandes apresentações, mas também por polêmicas e atrasos.

A Acadêmicos de Niterói abriu os desfiles e estreou no Grupo Especial com um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes de ir para a avenida, a escola foi alvo de ações judiciais que questionavam possível propaganda eleitoral antecipada. O Tribunal Superior Eleitoral negou pedido para barrar o desfile, mas alertou sobre eventuais irregularidades. Na Sapucaí, a agremiação apresentou a trajetória de Lula desde a infância no Nordeste até a Presidência da República.

Na sequência, a Imperatriz Leopoldinense levou para a avenida o enredo “Camaleônico”, em homenagem ao cantor Ney Matogrosso. O artista foi recebido com festa na concentração. Um dos destaques foi um carro alegórico com um lobisomem de 20 metros de altura, inspirado na música “O Vira”, sucesso dos anos 1970.

Já na madrugada, a Portela apresentou o enredo “O Mistério do Príncipe do Bará”, exaltando a cultura afro-gaúcha e homenageando o Príncipe Custódio, referência das religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul.

Encerrando a primeira noite, a Estação Primeira de Mangueira levou à Sapucaí o enredo “Mestre Sacaca do Encanto Tucuju – O Guardião da Amazônia Negra”. A escola homenageou Mestre Sacaca, símbolo dos saberes afro-indígenas do Amapá. Ao fim do desfile, um carro alegórico bateu na base do monumento da Praça da Apoteose, sem registro de feridos.

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