Evento on-line

IFMA reúne pesquisadores brasileiros no I Fórum on-line de Cultivo de Moluscos

Inscrições são gratuitas e os participantes terão direito a certificado.
Divulgação / IFMA24/06/2020 às 14h30
evento, promovido pelo IFMA – Campus Maracanã, marca os 10 anos de atuação do Núcleo de Maricultura (Numar), na instituição. (Foto: divulgação / Numar)

SÃO LUÍS - Pesquisadores de seis instituições brasileiras serão palestrantes no I Fórum on-line de Cultivo de Moluscos, que ocorrerá nesta quinta-feira (25) e na sexta-feira (26), com transmissão ao vivo pelo canal TV IFMA Maracanã, no YouTube. O evento, promovido pelo IFMA – Campus Maracanã, marca os 10 anos de atuação do Núcleo de Maricultura (Numar), na instituição. As inscrições são gratuitas e os participantes terão direito a certificado.

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No primeiro dia do evento on-line, 25/06, a programação iniciará às 15h, com a palestra “Ciclo reprodutivo e métodos de obtenção de sementes da ostra nativa Crassostrea gasar”, que será ministrada pelo pesquisador da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Jefferson Legat. A mediação ficará por conta do professor da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), Ícaro Antônio, do laboratório Fisiomar.

A “Produção e o impacto das microalgas na produção de moluscos bivalves” serão debatidos, às 17h, pela professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Danielli Dantas, que integra o Labim. Nessa palestra, a pesquisadora da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Yllana Marinho, do Labmar, fará a mediação.

Ainda no dia 25, às 19h, haverá uma exposição sobre “Cultivo de ostras nativas no Estado do Pará”, com o professor da Universidade Federal do Pará (UFPA) – Iecos/Bragança, Dioniso Sampaio. Para esse momento, a mediadora será a professora do IFMA – Maracanã/Numar, Izabel Funo.

Segundo dia

No dia 26, a programação será retomada a partir das 15h, quando ocorrerá a palestra “Bivalves marinhos com potencial para a aquicultura”, com o pesquisador da Universidade Federal de Santa Catarina, Carlos Henrique Gomes, integrante do Laboratório de Moluscos Marinhos. A mediação será feita pela professora Izabel Funo.

Às 17h, a pesquisadora do IFMA – Campus Maracanã deixará a função de mediadora, para ministrar a palestra “Cultivo de sururu: uma nova possibilidade no nordeste?”. Esse debate vai ser mediado pelo professor Ícaro Antônio, da Uema/Fisiomar.

Pesquisadores se reunião de forma virtual. (Foto divulgação / Numar)

O encerramento da programação acontecerá com a exposição do pesquisador do IFMA – Campus Itapecuru/Numar, Caio Lourenço, sobre “Microplástico nos estuários maranhenses: uma ameaça invisível para a ostreicultura?”. O professor Carlos Henrique Gomes, da UFSC/Laboratório de Moluscos Marinhos, será o mediador.

Todas as palestras serão transmitidas com acessibilidade às pessoas surdas. A tradução será feita pelos intérpretes de Libras, Laís Farias (IFMA - Maracanã), Oséias de Queiroz Santos e Poliana Carvalho (IFMA - Campus Monte Castelo) e Rian Felipe Arouche Costa Lima (Faculdade Pitágoras).

Cultivo de Moluscos

Os participantes do evento científico poderão conhecer, com mais detalhes, os resultados de estudos que têm apontado enorme potencial para o desenvolvimento da malacocultura (cultivo de moluscos) no Brasil. Nas regiões Norte e Nordeste, as pesquisas indicam a possibilidade de ampliação das culturas com espécies nativas, em sistemas sustentáveis e acessíveis para as comunidades pesqueiras tradicionais.

O cultivo de ostras, mexilhões, vieiras e sururus é uma atividade que pode gerar recursos e oportunidades de negócios para empresas, comunidades e associações, segundo a pesquisadora do IFMA – Campus Maracanã, Izabel Funo, coordenadora do Numar. “Estudos já evidenciaram que ao longo do litoral brasileiro, existem inúmeros locais com vocação natural para o cultivo de moluscos bivalves [animais protegidos por duas conchas], havendo, dessa forma, possibilidade de instalação de empreendimentos produtivos”, destacou a professora.

Além da criação de trabalho e renda, o cultivo de moluscos tem sido percebido como alternativa ecologicamente mais adequada, porque reduz a pressão do extrativismo sobre os estoques de populações naturais.

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