Pedido de Justiça

Durante caminhada por Justiça, amigos de Davi Bugarin afirmam que ele não era violento

“Davi não era explosivo, não era agressivo, ele era um menino calmo, cheio de planos e sonhos”, afirma ex-namorada do empresário.
Imirante.com18/02/2018 às 11h28

SÃO LUÍS – Na manhã deste domingo (18), dezenas de parentes e amigos do jovem empresário Davi Bugarin, 26 anos, se reuniram na avenida Litorânea para pedir justiça e a prisão do tenente-coronel reformado da Polícia Militar, Walber Pestana, o qual é apontado como o autor do assassinato do jovem, na última quinta-feira (15), em São Luís.

Durante a caminhada na Litorânea, os amigos e parentes de Bugarin pediram o fim das investigações e a punição do autor do crime. / Foto: Divulgação/Ana Alice Torres Sampaio.

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Segundo Ana Alice Torres Sampaio, 22 anos, ex-namorada de Davi Bugarin, ela conhecia o jovem há 10 anos e matinha uma relação de amizade e respeito por ele. Ana Alice afirma que, durante o tempo em que se relacionou com Davi, ele nunca demonstrou traços de violência.

“Ele nunca levantou a voz pra mim e muito menos a mão. Davi não era explosivo, não era agressivo, ele era um menino calmo, cheio de planos e sonhos. O Davi tinha uma casa de festa e tudo o que está lá dentro foi ele quem construiu, ele fazia tudo o que podia para realizar o seu sonho. Além disso, ele era muito paciente e parceiro. E nós estamos muito chocados com a forma que ele foi tirado de nós e como está sendo passada a imagem do Davi, porque ele é a vítima disso tudo, foi ele quem morreu e nada vai trazer ele de volta”, afirma Ana Alice Torres.

Ainda de acordo com a ex-namorada de Bugarin, os parentes e amigos do empresário não conseguem entender a versão que foi passada pelo coronel Walber Pestana sobre as causas e circunstâncias do crime. “Essa é a versão dele e não foi provado que Davi agrediu a Ingrid. E o Davi não está aqui para contar a versão dele, por isso, queremos que a polícia faça o seu trabalho e o judiciário também, pois queremos ver o assassino do Davi condenado”, declarou a jovem.

Durante a caminhada na Litorânea, os amigos e parentes de Bugarin afirmaram querer o fim das investigações, sendo apontada a autoria do crime e as circunstâncias, para que o autor seja condenado.

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