Homicídio

Reveja e entenda o caso Mariana Costa

Ela foi morta por asfixia no último domingo (13), em São Luís.
Imirante.com15/11/2016 às 09h12

SÃO LUÍS – A segunda-feira (14) foi marcada pelo assassinato da publicitária Mariana Menezes de Araújo Costa Pinto, de 33 anos, filha do ex-deputado estadual Sarney Neto e sobrinha-neta do ex-presidente José Sarney. A vítima foi encontrada desacordada e nua em seu apartamento, na avenida São Luís Rei de França, no Turu, no fim da tarde do último domingo (13). Mariana chegou a ser levada a um hospital e lá, foi confirmada sua morte.

Publicitária foi encontrada morta no domingo (13), em seu apartamento. Foto: Arquivo Pessoal.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), durante a madrugada, para a investigação da causa da morte. Horas depois, houve a liberação. O laudo do IML confirmou que ela foi morta por asfixia depois de uma tentativa de estrangulamento.

Suspeito

O principal suspeito do crime é o cunhado da vítima. Lucas Leite Ribeiro Porto, de 37 anos, é casado com a irmã de Mariana. Ele aparece nas gravações do circuito de TV do condomínio descendo as escadas do prédio onde a vítima morava.

Suspeito do crime, Lucas Porto, cunhado da vítima, está preso. Foto: Divulgação.

Circuito de TV

As gravações do circuito de TV do condomínio mostram que Lucas Porto passou cerca de 40 minutos no local do crime, e depois saiu de lá correndo. O delegado-geral da Polícia Civil do Maranhão, Lawrence Melo, explicou que o suspeito tinha marcas de arranhões nos braços, tórax e pescoço.

Prédio, no Turu, onde morava a vítima. Foto: Reprodução/TV Mirante.

O caso está sendo investigado pela Superintendência Estadual de Investigações de Homicídios e Proteção a Pessoas (SHPP).

Prisão preventiva

Ainda na manhã de ontem, Lucas Porto foi encaminhado ao Centro de Triagem de Pedrinhas. À tarde, a juíza Andrea Maia, da Central de Inquéritos, aprovou a prisão preventiva do suspeito. Durante a audiência de custódia, a defesa dele, ainda, tentou o relaxamento da prisão em flagrante, sob a alegação de que não foram anexadas nos autos as imagens do circuito de TV do condomínio onde a vítima morava.

A magistrada, por sua vez, manteve a prisão, sob o argumento de que o próprio suspeito confirmou ter estado no local do crime.

Último adeus

Após o velório em uma igreja do bairro Olho-d’Água, o corpo de Mariana foi enterrado por volta das 17h30, dessa segunda, no cemitério Parque da Saudade, no bairro do Vinhais.

O sepultamento, acompanhado por parente e amigos da vítima, foi marcado por muita comoção.

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