Assassinato

Testemunha conta que André Lobo foi morto covardemente no trânsito

André Lobo estava acompanhado de uma amiga por nome Tereza que, também, foi baleada na perna e está hospitalizada. Ela relata que não houve discussão.
Pedro Sobrinho / Imirante.com08/05/2014 às 10h07

SÃO LUÍS - O jornalista e cantor André Lins Martins Gonçalves, conhecido no mundo artístico como André Lobo, de 31 anos, foi assassinado covardemente, nesta quinta-feira (8), no Retorno da Forquilha. A vítima foi levada, ainda, para o Hospital Municipal Djalma Marques, o Socorrão I, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo informações, André estava em companhia de uma amiga identificada como Tereza Gomes da Silva que, também, foi baleada na perna. Ela está internada no Socorrão I.

Em relato a um parente do músico, ela disse que os dois seguiam por volta das 5:30h da madruga, pela avenida, quando um veículo Eco Sport, de cor cinza, teria saído de uma transversal e batido no carro de André, um Spacefox preto, de placas NMU-8323. A vítima desceu do carro e logo após ter dito que chamaria a perícia, percebeu que outro grupo de pessoas se aproximou do local do acidente, e sem falar muito, teria disparado primeiro contra Tereza, acertando a perna da mesma.

Ainda de acordo com a amiga de André, o músico teria pedido para ela se afastar e tentou falar com o grupo, sendo também atingido por vários tiros. O músico ainda teria conseguido ligar para o cunhado e pedido socorro, mas logo depois teria sido atingido por quatro tiros, segundo testemunhas. O cunhado da vítima teria chegado ao local logo após o crime e conseguido levar os dois às pressas para o Hospital Municipal Djalma Marques (Socorrão I), mas não resisitu e morreu após dar entrada na unidade de saúde. Os suspeitos fugiram do local após o crime.

O músico era bastante conhecido na cena da música local e se apresentava aos sábados, em um bar localizado no Parque Shalom. O caso já está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios. O corpo de André Lobo foi liberado pelo delegado Marcos Antonio Fonseca, titular da Homicídios, e levado para o Instituto Médico Legal (IML).

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