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Pesquisa para tratamento da hanseníase é realizada no Maranhão

Estudo está sendo feito por um instituto paranaense na cidade de Imperatriz, que ocupa a segunda colocação do ranking nacional com relação ao número de casos da doença
Nelson Melo / O Estado04/12/2019

A hanseníase, apesar de considerada discreta, continua atingindo várias pessoas no mundo. O Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS), está ocupando a segunda colocação com relação ao número de casos. A antiga lepra, que é crônica e transmissível, tem alta taxa de incidência no Maranhão. Por conta disso, pesquisadores do Paraná estão na cidade de Imperatriz, no sudoeste do estado, que é o segundo no ranking mundial no que se refere à doença.

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