Cidades | Resgate histórico

Rampa Campos Melo: espaço de grande “burburinho” da cidade

No início, a estrutura era um dos grandes espaços de escoamento da produção, revendida no Mercado das Tulhas; não há registros históricos da Rampa Campos Melo, mas muitas lembranças de chegadas e partidas e encontros sociais
Thiago Bastos / O Estado 01/12/2018

Construída em 1862 - de acordo com o exemplar “São Luís: Fundamentos do Patrimônio Cultural”, por Ananias Martins - e com Carlos de Lima em “Caminhos de São Luís” - a Rampa Campos Melo foi, por vários anos, um dos principais espaços de interação social, não somente pelo fluxo intenso de embarcações e mercadorias que por ali chegavam, como também pelo local de concentração de personagens conhecidos do cotidiano, como caixeiros, carregadores, vendedores de jornais, de café, de comidas e outras mercadorias. O local também sediou práticas de esporte e cultura e foi ponto de seleção daqueles que poderiam, com o acesso à cidade, apresentar sintomas de doenças com grau considerável de contaminação.

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