Economia | Projeto s11D

Vale alcança capacidade de 230 milhões de toneladas

Conclusão das obras de duplicação da Estrada de Ferro Carajás assegura transporte e embarque nesse volume
Ribamar Cunha/Subeditor de Economia18/08/2018

Com a conclusão das obras de duplicação da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que integram um investimento grandioso da Vale, o projeto S11D, envolvendo ainda mina, usina e porto, o Sistema Norte da Companhia habilitou-se à capacidade de transportar e embarcar 230 milhões de toneladas de minério de ferro.
O investimento total no S11D é da ordem de US$ 14,3 bilhões, sendo US$ 6,4 bilhões aplicados na implantação da mina e da usina e
US$ 7,9 bilhões na construção de um ramal ferroviário de 101 quilômetros, na expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), com obras no Maranhão e Pará, e na ampliação do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira.
Somente na área de logística (ferrovia e porto), o investimento no S11D propiciou a geração de milhares de empregos diretos, sendo 25 mil no pico da obra, em 2016. Sem falar dos indiretos, que, somados, chegam próximo de 100 mil postos de trabalho - 87% da mão de obra foi formada por maranhenses.
Esse que é o maior projeto na área de mineração da história da Vale, teve início em 2013, com a construção do ramal ferroviário no sudeste do Pará, que viabilizou a conexão da nova mina Serra Sul, em Canaã dos Carajás, de 90 milhões de toneladas de capacidade, à Estrada de Ferro Carajás, uma infraestrutura que conta com sistema truckless (conjunto de escavadeira, britadores e correias transportadoras).
Na área do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira (TMPM), as obras abrangeram ampliações onshore, com a construção do berço norte no Píer IV e instalação de novo carregador de navios; e offshore, com a construção de novos pátios de estocagem de minério, além da implantação de viradores de vagões, empilhadeiras, recuperadoras de minério, entre outros equipamentos.
Ainda na área offshore, o Terminal Ferroviário de Ponta da Madeira ganhou um Posto de Inspeção e Abastecimento de Locomotivas (PIAL), com capacidade para abastecer, inspecionar e realizar pequenas manutenções em até 12 locomotivas simultaneamente e ainda o Centro de Troca de Rodeiros (CTR) e o Centro de Manutenção de Rodeiros (CMR), para manutenção de vagões em grande escala.

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