Em Viana

Suspeito de fraude eletrônica contra promotora é preso no Maranhão

Investigado teria se passado por promotora de Justiça para bloquear linha telefônica da vítima e realizar compras fraudulentas que causaram prejuízo de cerca de R$ 30 mil.

Imirante.com

O prejuízo causado pela fraude eletrônica é estimado em aproximadamente R$ 30 mil.
O prejuízo causado pela fraude eletrônica é estimado em aproximadamente R$ 30 mil. ( Foto: Reprodução)

VIANA - Um homem suspeito de cometer fraude eletrônica contra uma promotora de Justiça foi preso nesta sexta-feira (8) durante operação da Polícia Civil do Maranhão (PCMA), com apoio da Polícia Civil de Goiás. Durante a ação, também foram apreendidos carros de luxo ligados ao investigado.

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Segundo as investigações, o crime ocorreu contra a vítima no município de Viana, a cerca de 217 km de São Luís. O prejuízo causado pela fraude eletrônica é estimado em aproximadamente R$ 30 mil.

Investigado teria bloqueado linha telefônica da vítima

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito teria se passado pela promotora perante uma operadora de telefonia para solicitar o bloqueio da linha telefônica da vítima.

A estratégia tinha como objetivo impedir o recebimento de alertas bancários e códigos de verificação em duas etapas, sistema de segurança utilizado por instituições financeiras.

Ainda segundo as investigações, após obter controle da linha telefônica, o investigado realizou compras fraudulentas utilizando o cartão de crédito da promotora em uma plataforma vinculada a uma rede social.

Operação apreendeu veículos e celulares

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais civis executaram o mandado de prisão preventiva contra o suspeito e apreenderam:

  • aparelhos celulares;
  • documentos;
  • carros de luxo;
  • outros objetos utilizados na investigação.

Os materiais apreendidos devem auxiliar no avanço do inquérito policial e na coleta de provas relacionadas à fraude eletrônica.

Investigação foi coordenada pela SEIC

A investigação e a prisão foram coordenadas pelo Departamento de Combate a Crimes Tecnológicos (DCCT), órgão vinculado à Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC).

A Polícia Civil segue investigando o caso para identificar possíveis outros envolvidos no esquema criminoso.

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