Justiça

Acusados de homicídio e tortura são condenados a mais de 149 anos de prisão em Timon

Gutemberg dos Santos e João Victor Pereira cumprirão pena em regime fechado; crimes ocorreram em maio de 2018.

Imirante, com informações do MPMA

- Atualizada em 28/11/2023 às 23h48
A sessão do Tribunal do Júri terminou na madrugada da última sexta-feira (24).
A sessão do Tribunal do Júri terminou na madrugada da última sexta-feira (24). (Foto: divulgação)

TIMON - Dois réus, identificados como Gutemberg Reinaldo dos Santos Souza e João Victor Pereira da Conceição foram condenados a mais de 149 anos de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, tortura, duas tentativas de homicídio, roubo e associação criminosa armada, ocorridos em maio de 2018, no município de Timon, a 450 km de São Luís.

Gutemberg dos Santos foi condenado a 84 anos, um mês e onze dias de prisão, enquanto João Victor Pereira recebeu a pena de 65 anos, sete meses e três dias de reclusão, ambos em regime inicialmente fechado. A vítima de tortura e morte foi a adolescente Glauciane da Silva Nascimento, enquanto as vítimas de tortura e tentativa de homicídio foram Jacob Araújo e Pedro Henrique de Oliveira Cardoso.

A sessão do Tribunal do Júri terminou na madrugada da última sexta-feira (24). A promotora de justiça Karina Freitas Chaves atuou no júri, enquanto o juiz José Elismar Marques presidiu a sessão.

Entenda o caso

Os crimes foram praticados em 24 de maio de 2018, por volta do meio dia, quando João Victor da Conceição, conhecido como “Nego Vitor” e outro homem entraram na casa da vítima Jacob Martins Araújo, portando armas de fogo e brancas.

Os homens, facilitaram a entrada de Gutemberg Souza, o “Jabuti”, e outro homem na casa. Lá dentro, Gutemberg comandou a tortura e morte da adolescente Glauciane da Silva Nascimento, além da tortura e tentativa de homicídio contra seu companheiro, Jacob Araújo, e de Pedro Henrique de Oliveira Cardoso.

De acordo com a denúncia, do lado de fora da casa, via telefone, toda a ação era coordenada pelo mandante dos crimes, Leonardo Oliveira da Costa, conhecido como “Léo Gordinho”.

As investigações apontaram que Jacob Araújo era um ex-parceiro de Léo Gordinho e teria extraviado um carregamento de drogas vindo do Mato Grosso. A motivação dos crimes teria sido a disputa por drogas e dívidas resultantes do comércio ilegal de entorpecentes.

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