Organização criminosa

Dois policiais militares do MA são presos em operação da PF contra tráfico internacional

Segundo a Justiça Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

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PF cumpre mandados e prende PMs em nova fase da Rota Marítima. (Foto: divulgação / Polícia Federal)
PF cumpre mandados e prende PMs em nova fase da Rota Marítima. (Foto: divulgação / Polícia Federal)

SÃO LUÍS - Dois policiais militares do Maranhão foram presos pela Polícia Federal (PF), em São Luís, nessa terça-feira (10) e quarta-feira (11), durante nova fase da Operação Rota Marítima. Eles são suspeitos de usar a função pública para beneficiar uma organização criminosa que atua no tráfico internacional de drogas pelo litoral maranhense.

Além dos PMs, a PF cumpriu mais dois mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão contra suspeitos de integrar o grupo. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal no Maranhão.

PMs são presos em operação no Maranhão

Segundo a PF, o objetivo da operação é aprofundar a coleta de provas, interromper as atividades criminosas e responsabilizar os envolvidos.

Durante o cumprimento dos mandados de busca, foram apreendidos simulacros de arma de fogo e as armas funcionais dos policiais militares. O material passará pelos procedimentos legais.

Itens apreendidos durante a operação. (Foto: divulgação / Polícia Federal)
Itens apreendidos durante a operação. (Foto: divulgação / Polícia Federal)

De acordo com as investigações, a organização criminosa tem estrutura definida e divisão de tarefas. Os integrantes seriam responsáveis pela recepção, ocultação, transporte e envio de carregamentos de drogas ao exterior, principalmente por rotas marítimas a partir do litoral do Maranhão.

Primeira fase da operação

A primeira fase da Operação Rota Marítima foi realizada na segunda-feira (9), também em São Luís. Na ocasião, a PF cumpriu três mandados de prisão preventiva e um de busca e apreensão contra investigados por participação na logística do tráfico internacional de drogas.

Assim como na nova etapa, as ordens foram expedidas pela Justiça Federal no estado.

Segundo a Justiça Federal, os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa.

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