SÃO LUÍS - O prefeito de Igarapé Grande, João Vitor Xavier (PDT), vai pedir licença de 180 dias do mandato para se dedicar a sua defesa. Ele é suspeito de atirar cinco vezes e matar o policial militar Gleidson dos Santos, no domingo, 6, em uma vaquejada em Trizedela do Vale. Assumirá o mandato a vice-prefeita, Maria Etelvina (PDT).
Diante da investigação em curso, o prefeito decidiu que vai tirar licença de 180 dias até porque na Câmara dos Vereadores da cidade, o gestor não tem oposição (todos os vereadores eleitos são aliados do prefeito) o que descarta a possibilidade de algum pedido de afastamento por parte do legislativo municipal.
O pedido de licença deve chegar a Câmara até a quarta-feira, 9, e os vereadores irão analisar e apreciar o pedido, que deve ser aceito. Antes disso, João Vitor passará por consulta com psiquiátra e também conversará com os aliados na Câmara Municipal.
“Ele já decidiu pedir. Amanhã faz a consulta com o psiquiatra. Já mandou conversar com a Câmara e com a vice-prefeita. Até quarta, a Câmara deve se reunir para analisar o pedido dele. Com isso, ele sai da função e fica totalmente à disposição para se defender”, disse ao Imirante um pedetista que não quis se identificar.
Assim que se licenciar, fica no comando de Igarapé Grande no lugar de João Vitor Xavier a vice-prefeita Maria Etelvina.
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