ASSEMBLEIA

Deputada denuncia sabotagem contra governo Brandão

A deputada Mical Damasceno (PSD) relatou ter sido alvo de ataques e provocações de outros deputados estaduais, acusando-os de tentar sabotar o governo de Carlos Brandão (PSB).

Ipolítica

Atualizada em 06/07/2024 às 09h35
Mical Damasceno foi severa nas críticas contra possíveis "conspiradores"
Mical Damasceno foi severa nas críticas contra possíveis "conspiradores" (Agência Assembleia)

SÃO LUÍS - A deputada estadual Mical Damasceno (PSD) afirmou que foi alvo de uma série de ataques e provocações de outros parlamentares durante a semana. Segundo a deputada, há uma tentativa em curso de sabotar o governo do governador Carlos Brandão (PSB). Essa denúncia vem na esteira de declarações semelhantes feitas recentemente pelo deputado Yglésio Moyses (PRTB).

Mical Damasceno destacou que os ataques vêm de deputados de esquerda que, segundo ela, são contrários à pacificação e ao modo de gestão adotado por Brandão. A deputada criticou a postura desses parlamentares, acusando-os de não aceitarem o diálogo e a forma como o governador conduz a administração, que, de acordo com ela, é baseada na sabedoria e na abertura ao diálogo.

"Esses deputados de esquerda, inimigos da família, têm se mostrado contrários à pacificação no governo Brandão. Não aceitam a forma como Brandão vem conduzindo sua gestão com sabedoria, dialogando com todos, sem atacar e perseguir ninguém", afirmou Mical.

A deputada também acusou os parlamentares de usar a aliança com o governo federal como forma de chantagem contra o governador. Segundo Mical, esses deputados insinuam que, se Brandão não atender às suas demandas, a aliança com o governo federal estaria em risco. Ela criticou essa postura e defendeu a necessidade de respeitar a atual coalizão de apoio ao governo estadual.

REALIDADE POLÍTICA ATUAL

Mical Damasceno ressaltou que a realidade política do Maranhão mudou e que o governo atual, liderado por Carlos Brandão, possui uma nova composição política. Ela afirmou que esses grupos, que possuíam grande influência durante o governo Flávio Dino, não respeitam a nova coalizão e tentam ditar quem deve ser oposição.

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