São Luís

Morte de funcionária pública é elucidada pela polícia

José Augusto Ferreira da Silva e Thiago de Sousa foram os autores da morte de Débora Rogéria.

O Estado

Atualizada em 27/03/2022 às 12h22

SÃO LUÍS - Foi preso na tarde de terça-feira, 24, no município de Pedreiras, e transferido ontem para São Luís o lavrador e vendedor de lanches José Augusto Ferreira da Silva, de 33 anos. Ele e Thiago de Sousa, de 26 anos, mataram a funcionária pública federal Débora Rogéria Lobato da Silva, de 47 anos, no dia 6 de outubro do ano passado, no Residencial Granada, no bairro Forquilha, em São Luís.

De acordo com Ludylena Sampaio Nascimento, delegada titular do 11° Distrito Policial (DP) no bairro São Cristóvão, para onde José Augusto foi levado, a captura do acusado foi feita logo após a expedição de um madado de prisão preventiva pelo juiz José Ferreira Neto, da 2ª Vara Criminal. Logo depois da apresentação do acusado, ele foi encaminhado para o centro de triagem do Complexo Penitenciários de Pedrinhas.

A delegada contou ainda que a polícia chegou a José Augusto durante o depoimento de seu cúmplice, Thiago de Sousa, que confessou que cometeu o assassinato na companhia de outra pessoa. O suspeito também foi acusado de assassinar a advogada Gêyza Rocha Pires, de 34 anos - encontrada morta, na manhã do dia 20 de novembro do ano passado, com perfurações de faca no pescoço, em um lixão, na praia de Panaquatira, município de São José de Ribamar. Porém, José Augusto tem participação apenas no crime contra a servidora pública federal.

"Quando Thiago confessou que matou a advogada Gêyza Rocha Pires, ele disse que a morte de Débora Rogéria foi praticada na companhia de um cúmplice. A partir daí, nós conseguimos identificar essa pessoa que mora no município de Pedreiras, no bairro Engenho", afirmou a delegada. A prisão de José Augusto Ferreira foi feita por meio de um trabalho de investigação realizado pelo 11º Distrito Policial do São Cristóvão, com apoio da Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).

A delegada contou também que, no momento do assassinato da funcionária pública federal, José Augusto foi o responsável pela imobilização da vítima, amarrando suas mãos e pernas, enquanto Thiago de Sousa desferiu os golpes de faca no seu pescoço.

Ainda de acordo com a delegada Ludylena Sampaio, o crime contra Débora Rogéria foi planejado porque Thiago de Sousa estava sem dinheiro. "Thiago confessou que estava sem dinheiro. Então, ele convidou José Augusto para praticar o roubo. Só que quando eles chegaram lá decidiram matar a mulher. Roubaram todas as coisas do apartamento e foram tentar vendê-las em Teresina", disse a delegada.

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