RIO DE JANEIRO - Parentes das crianças mortas durante ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) no início da tarde desta quinta-feira (7). Desesperados, muitos estão em estado de choque.
"Ela era muito carinhosa. Estava toda animada, tinha acabado de começar a praticar atletismo na Escola Militar, em Sulacap", disse Ana Paula Oliveira dos Santos, tia de Karine Chagas de Oliveira, de 14 anos, após receber a notícia da morte da menina.
Segundo Ana Paula, a sobrinha vivia com a avó desde pequena. "Minha mãe está em estado de choque. Ela cria a Karine desde dois anos de idade", contou a tia da menina, acrescentando que os pais da criança ainda não sabem da tragédia.
"Vimos o que tinha acontecido pela TV. Meu irmão me ligou e foi ao colégio, mas não encontrou minha sobrinha. Um coleguinha achou o celular dela e corremos para o hospital", completou.
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