BRASÍLIA - O Brasil é o primeiro país a ter políticas específicas para assegurar a proteção de defensores dos direitos humanos, afirmou ontem (18), a diretora do Departamento de Direitos Humanos e Temas Sociais do Ministério das Relações Exteriores, ministra Gláucia Gauch. Segundo ela, ações como essa fazem o Brasil ser reconhecido internacionalmente.
“Isso traz experiência para enfrentar novos desafios. Os defensores dos direitos humanos sabem que, independentemente dos avanços, as relações de direitos humanos precisam de melhorias. Por isso, seguimos as recomendações da ONU [Organização das Nações Unidas] para ampliar as ações de proteção aos defensores”, disse ela, durante a abertura do 1º Seminário Internacional do Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos .
O objetivo do evento é fazer com que governo e sociedade civil discutam e troquem experiências sobre a proteção aos defensores no Brasil e no mundo. De acordo com o ministro da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), Paulo Vannuchi, a participação de outros países é fundamental. “A troca de experiências entre o Brasil e outros países é muito importante. Há 22 anos, o Brasil tem um sistema democrático que está se consolidando e abordando essa questão dos direitos humanos.”
Durante a abertura do seminário, o ministro destacou o trabalho de defensores de direitos humanos, como o advogado Manoel Mattos, a missionária Dorothy Stang e a estilista Zuzu Angel, que foram assassinados após denunciarem crimes de violação aos direitos humanos. “Este seminário é um momento de reflexão na caminhada dos direitos humanos.”
Para a relatora especial da Organização das Nações Unidas para a Situação dos Defensores dos Direitos Humanos, Margaret Sekaggya, o Brasil é um exemplo de boas práticas na área. “Desafios requerem soluções possíveis. O programa brasileiro deve ser fortalecido na região e isso será feito com o comprometimento dos governos.”
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