SÃO LUÍS - Detentas que cumprem pena no único presídio feminino do Estado denunciam que não estão tendo direito a assistência de advogado nas audiências judiciais e no acompanhamento dos processos.
A maioria delas depende da ajuda da Defensoria Pública, que alega não ter profissionais suficientes para atender a população carcerária do Maranhão.
A Secretaria de Comunicação do Governo do Estado informou que foram nomeados 18 Defensores Públicos em fevereiro de 2007, e não há previsão para a realização do concurso público ainda neste semestre.
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