BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Marco Aurélio Mello, diz ter recebido ameaça de morte por meio de uma mensagem de correio eletrônico. Após receber a mensagem, Marco Aurélio decidiu reforçar sua segurança pessoal.
O ministro da Justiça, Thomaz Bastos, colocou à sua disposição a proteção que quisesse, afirmou Marco Aurélio. Mas “recusei”, diz. O Tribunal acionou a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Homens da polícia militar e civil de Brasília acompanham Marco Aurélio. Além da segurança pessoal do ministro, todo o prédio do TSE recebeu reforços e está sendo vigiado pela polícia.
Em entrevista coletiva agora à tarde, ele disse acreditar que as ameaças tenham vindo “de pessoas apaixonadas". "As paixões são por vezes condenadas”, disse.
O presidente do TSE, esta não foi a única ameaça, mas que já há algum tempo vem recebendo “e-mails e informações”. No início, “não quis adotar um sistema de proteção, deletava as mensagens sem comunicar nem aos meus familiares”, afirma.
Marco Aurélio conta que recebeu diversas ameaças. Mas a que mais lhe amedrontou foi um e-mail que dizia, segundo ele, “para não sair na rua se não eu morreria”.
O presidente do TSE não precisou a data do e-mail que lhe chamou atenção. Disse apenas que foi neste mês.
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