Presidente da OAB ressalta competência da Justiça Eleitoral

Atualizada em 27/03/2022 às 14h58

BRASÍLIA - O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Roberto Busato, elogiou nesta segunda-feira em entrevista a atuação da Justiça Eleitoral e destacou o bom nível dos métodos eletrônicos utilizados para a aferição da preferência do eleitorado. “Tivemos um número muito pequeno de votos colhidos manualmente porque o sistema do TSE realmente respondeu com perfeição e houve essa possibilidade maiúscula de o Brasil se afirmar como detentor de uma Justiça Eleitoral eficiente”, afirmou Roberto Busato. Eis alguns pontos da entrevista:

P - Quem ganha e quem perde com as eleições realizadas?

Busato - Quem ganha, sem dúvida nenhuma, é a cidadania brasileira. Outra grande ganhadora foi a Justiça Eleitoral, que promoveu as eleições com uma perfeição muito grande, dando um exemplo ao mundo de um pleito civilizado, tecnologicamente adequado e com a divulgação de resultados de imediato. Demos uma verdadeira aula de competência em termos de Justiça Eleitoral.

P - O senhor acredita que a urna eletrônica realmente faz a diferença em eleições realizadas em um país de proporções continentais como é o Brasil?

Busato - Sem dúvida. Prova disso é que vimos aí o interesse mundial nas nossas eleições. Já estamos na terceira eleição em que utilizamos métodos eletrônicos para a aferição da preferência do eleitorado brasileiro e tivemos aí diversos países desenvolvidos observando as nossas eleições no Brasil. Parece-me que o clima foi bom e propiciou a realização de um trabalho excelente. Tivemos um número muito pequeno de votos colhidos manualmente porque o sistema do TSE realmente respondeu com perfeição e houve essa possibilidade maiúscula de o Brasil se afirmar como detentor de uma Justiça Eleitoral eficiente. É pena que este bom exemplo não se reflita em todo o Judiciário brasileiro.

P – E sobre a participação de tropas federais para garantir a ordem e a segurança dos eleitores em alguns municípios?

Busato - Acho que houve um certo exagero. O trabalho preventivo foi eficaz e não vimos conflitos onde essas tropas estiveram em ação.

As informações são do Tribunal Superior Eleitoral.

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