BRASÍLIA - O governo deverá deixar para o Senado a decisão sobre o futuro da principal mudança na legislação do ICMS, a transição da origem para o destino. Depois de ensaiar um acordo com o PFL da Bahia para proteger os incentivos fiscais da regra de transição, os líderes governistas mudaram de discurso e voltaram a defender a conclusão do texto da reforma tributária sem nenhuma nova alteração.
"Se o governo ceder nessa altura e começar a criar exceções à regra de transição, é um erro brutal", afirmava um dos vice-líderes do governo, Beto Albuquerque (PSB-RS). "Não adianta fazer acordo com o ACM Neto, se o líder do PFL, José Carlos Aleluia (BA), continua apresentando destaques transgênicos e agindo como talibã ", disse.
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