Petrobras firma acordo com sindicatos, mas Maranhão fica de fora

Agência Brasil

Atualizada em 27/03/2022 às 15h25

A Petrobras anunciou a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho relativo aos anos de 2002/2003, com 13 dos 17 sindicatos de petroleiros da companhia. As exceções foram os sindicatos do Rio de Janeiro, Caxias, Ceará, Pará, Amazonas, Maranhão e Amapá.

No acordo assinado pelo presidente da companhia, Francisco Gros, a Petrobras concede reajuste salarial de 7,4% e cria o Auxílio-Ensino Fundamental, com vigência a partir de 1º de janeiro, que reembolsará 70% das despesas escolares dos filhos dos funcionários; além de admitir a criação de grupos de representantes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) para cada uma das plataformas da Bacia de Campos e auto-elevatórias.

A proposta aprovada em assembléia pelos 13 sindicatos que assinaram o acordo, foi apresentada pela Petrobras no último dia 25 de novembro.

A Petrobras espera agora a reavaliação das posições dos sindicatos que não aceitaram a proposta e se recusam a assinar o acordo.

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