Operação “Falso Profeta”

Pastor é preso suspeito de abuso sexual e estelionato em Paço do Lumiar

A operação cumpriu mandados em imóvel onde viviam dezenas de fiéis sob liderança religiosa.

Imirante.com

O pastor foi alvo de mandado de prisão e de busca e apreensão durante a operação denominada “Falso Profeta”.
O pastor foi alvo de mandado de prisão e de busca e apreensão durante a operação denominada “Falso Profeta”. (Foto: Divulgação/Polícia Civil do Maranhão)

PAÇO DO LUMIAR – O pastor de uma igreja foi preso na manhã desta sexta-feira (17), investigado pelos crimes de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.

O líder religioso, que não teve o nome divulgado, foi preso pela Polícia Civil do Maranhão, durante a operação “Falso Profeta” no bairro Recanto do Poeta, em Paço do Lumiar, na Região Metropolitana de São Luís em  um imóvel onde funcionava um espaço ligado a uma igreja.

Fieis viviam sob liderança do investigado

De acordo com as investigações, entre 100 e 150 fiéis residiam no local sob a liderança do pastor, principal alvo da operação. Durante o cumprimento do mandado de prisão, o líder religioso foi encontrado em seu quarto, acompanhado de outro dirigente da instituição.

Segundo a Polícia Civil, o investigado é apontado, em tese, como autor dos crimes de estelionato, estupro de vulnerável, posse sexual mediante fraude e associação criminosa.

Materiais apreendidos e investigação em andamento

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais recolheram aparelhos celulares, documentos e outros objetos que devem auxiliar no aprofundamento das investigações.

O delegado Sidney Oliveira, titular da Delegacia de Paço do Lumiar, informou que o inquérito policial tramita há cerca de dois anos. Até o momento, já foram identificadas entre cinco e seis vítimas relacionadas aos crimes investigados.

Como a Polícia Civil não divulgou o nome do pastor nem o da igreja liderada por ele, não foi possível entrar em contato com a defesa do investigado.

A Polícia Civil segue com as investigações para identificar outras possíveis vítimas e reunir mais elementos que possam esclarecer a extensão dos crimes.

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