HAVANA - O governo de Cuba afirmou neste sábado (2) que não se deixará intimidar após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que sugeriu que o país poderia assumir o controle da ilha “quase de imediato”.
A reação foi divulgada pelo chanceler Bruno Rodríguez, que destacou o apoio popular ao governo cubano durante as manifestações do Dia do Trabalhador. Segundo ele, a mobilização reforça a posição do país diante das pressões externas.
Declarações aumentam tensão entre os dois países
As falas de Donald Trump ocorreram na sexta-feira (1º), quando o presidente norte-americano indicou a possibilidade de uma ação mais direta contra Cuba, após concluir outras agendas internacionais.
As declarações elevaram o nível de tensão entre os dois países, que já enfrentam atritos políticos e econômicos intensificados ao longo de 2026.
Novas sanções ampliam pressão sobre a economia cubana
Além das ameaças, o governo dos Estados Unidos anunciou o reforço de sanções contra Cuba, atingindo setores estratégicos como energia, defesa, mineração e serviços financeiros.
De acordo com a nova ordem executiva, pessoas e empresas que mantêm relações comerciais com o governo cubano podem ter ativos bloqueados em território norte-americano, ampliando o impacto econômico das medidas.
Governo cubano critica medidas e reforça posição
Autoridades cubanas classificaram as sanções como ilegais e abusivas, além de reafirmarem que o país não aceitará interferências externas em sua soberania.
A resposta ocorre em meio a um cenário de crise econômica e aumento da pressão internacional, com Cuba reiterando que pretende resistir às medidas impostas pelos Estados Unidos.
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