guerra no oriente médio

Trump diz que EUA proibiram Israel de atacar Líbano

Presidente afirma que ordem ocorre após cessar-fogo de 10 dias, enquanto retorno de civis e divergências entre aliados elevam tensão na região.

Ipolítica, com informações de O Globo

Trump afirma que EUA proibiram Israel de atacar o Líbano após cessar-fogo, em meio a tensões e divergências com governo Netanyahu.
Trump afirma que EUA proibiram Israel de atacar o Líbano após cessar-fogo, em meio a tensões e divergências com governo Netanyahu. (Daniel Torok/Fotos Públicas)

MUNDO – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (17) que Israel está proibido de bombardear o Líbano. A medida ocorre após o início de um cessar-fogo de 10 dias na região.

A declaração de Trump proíbe Israel de atacar Líbano em um momento sensível do conflito e marca um posicionamento incomum dos EUA em relação ao principal aliado no Oriente Médio.

Segundo o presidente, a ordem deve ser respeitada integralmente durante o período de trégua, anunciado anteriormente como tentativa de reduzir a escalada militar.

Trump proíbe Israel de atacar Líbano após cessar-fogo

O anúncio de que Trump proíbe Israel de atacar Líbano foi feito por meio de rede social, em tom direto. A fala ocorre enquanto milhares de civis deslocados começam a retornar ao sul do território libanês.

Mesmo com a trégua, autoridades militares de ambos os lados mantêm cautela, diante da desconfiança sobre o cumprimento integral do acordo.

Retorno de civis marca início da trégua

Com o cessar-fogo em vigor, milhares de libaneses voltaram para áreas atingidas pelos bombardeios recentes, muitas delas com infraestrutura comprometida.

O movimento ocorre mesmo diante de alertas sobre riscos, já que:

  • Há regiões ainda consideradas instáveis
  • Estruturas foram destruídas durante os ataques
  • Não há garantia de manutenção da trégua

Em alguns casos, moradores não sabem se suas casas permanecem intactas.

Divergências entre EUA e Israel aumentam tensão

A decisão em que Trump proíbe Israel de atacar Líbano evidenciou divergências com o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

Enquanto os EUA defendem a trégua como avanço diplomático, autoridades israelenses indicam que a ameaça do Hezbollah ainda persiste.

Integrantes do governo israelense afirmam que o país mantém operações estratégicas e não descarta novas ações caso considere necessário.

Pressão interna em Israel

A trégua também gerou críticas dentro de Israel. Lideranças políticas e locais questionam a interrupção das operações militares.

Entre os principais pontos levantados estão:

  • Necessidade de eliminar a ameaça do Hezbollah
  • Defesa de ações mais duras na fronteira norte
  • Preocupação com a segurança da população local

A pressão interna aumenta o desafio do governo israelense em manter o acordo.

Cenário segue incerto

Apesar do cessar-fogo, especialistas avaliam que o conflito permanece instável. A decisão em que Trump proíbe Israel de atacar Líbano não elimina os riscos de novos confrontos.

A continuidade da trégua dependerá de fatores como:

  • Cumprimento do acordo pelas partes
  • Avanço de negociações diplomáticas
  • Redução da presença militar nas áreas de conflito

Enquanto isso, a população civil segue enfrentando os impactos da guerra e da destruição recente.

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