Zona de Paz

Países defendem Atlântico Sul livre de guerra e armas nucleares

Declaração da Zopacas reforça compromisso com paz, segurança e sustentabilidade em meio a tensões internacionais

Ipolítica, com informações da Agência Brasil

Países defendem Atlântico Sul livre de guerra e armas nucleares em declaração da Zopacas com foco em paz e cooperação.
Países defendem Atlântico Sul livre de guerra e armas nucleares em declaração da Zopacas com foco em paz e cooperação. (Carlos Cruz/MRE)

RIO DE JANEIRO – Países do Atlântico Sul defenderam a manutenção da região livre de guerra e de armas nucleares em declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (9), ao fim da reunião ministerial da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas).

O documento reúne compromissos voltados à paz, segurança e desenvolvimento sustentável em um cenário internacional marcado por conflitos.

Compromisso com a paz

Os países afirmaram que pretendem preservar o Atlântico Sul livre de guerra, evitando a presença de rivalidades entre grandes potências, disputas geopolíticas externas e armas de destruição em massa.

A declaração ocorre em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e reforça a posição da região como zona de estabilidade.

Questões geopolíticas

O documento também aborda a disputa pelas Ilhas Malvinas, defendendo a retomada das negociações entre Argentina e Reino Unido para uma solução pacífica.

A declaração inclui ainda referências ao combate ao racismo e à valorização da memória histórica do tráfico transatlântico de pessoas escravizadas.

Meio ambiente em destaque

Além da segurança, os países destacaram ações ambientais e climáticas.

O texto menciona iniciativas como o Tratado do Alto Mar e incentiva investimentos em projetos voltados à proteção dos oceanos e à sustentabilidade.

Durante o encontro, o Brasil lançou uma convenção para proteção do meio ambiente marinho no Atlântico Sul, com adesão inicial de países africanos.

Cooperação regional

Os países também aprovaram estratégias de cooperação em áreas como governança oceânica, segurança marítima e desenvolvimento sustentável.

As medidas não são obrigatórias, mas funcionam como diretrizes para orientar ações conjuntas e troca de experiências entre os membros do bloco.

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