SÃO LUÍS - O líder do Partido Verde e coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista, deputado Sarney Filho (MA), recebeu nesta quarta-feira (8), em Brasília, o prêmio Amigo da Mata Atlântica, conferido por 330 Organizações Não Governamentais, de 17 estados, que integram a Rede de Organizações Não Governamentais da Mata Atlântica – RMA. O coordenador da Rede, Renato Cunha, ressaltou o trabalho desenvolvido pelo deputado na preservação e recuperação do bioma e para a população dessas áreas. “Sarney Filho também atuou de forma exaustiva, desde a aprovação até a regulamentação da Lei da Mata Atlântica (lei 11.428/06)”, destacou o ambientalista.
No mês passado, o deputado recebeu outro prêmio, de parlamentar Amigo da Amazônia, criado pelo Fórum Brasileiros das Organizações do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (FBOMS).
Renato Cunha ressaltou que Sarney Filho “tem uma história na área ambiental, não só como deputado, mas como ministro do Meio Ambiente do governo Fernando Henrique Cardoso”. Ele citou a participação do parlamentar na aprovação de vários projetos, como a Lei Nacional de Recursos Hídricos, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e a Lei de Crimes Ambientais.
Ao receber o prêmio, durante evento da Frente Ambientalista, Sarney Filho dividiu a homenagem com os demais parlamentares da Frente e com os movimentos da sociedade civil que apóiam o trabalho. “Este é um grande incentivo para a consolidação da nossa Frente que tem atuado permanentemente em defesa do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável”, afirmou o deputado.
“Aqui no Congresso Nacional, a Frente tem colocado em pauta as questões atuais. O mundo mudou e não aceita mais a velha economia baseada na destruição dos nossos recursos naturais, como a queima de combustíveis fósseis”, afirmou Sarney Filho. Como exemplo, ele citou a iniciativa de Barack Obama que enviou ao Congresso americano um projeto de lei que diminui as emissões de gases do efeito estufa das indústrias americanas, e cria metas para essas indústrias, no momento que o país atravessa grave crise econômica.
“O presidente dos Estados Unidos fez isso por acreditar numa nova economia e nós também devemos agir assim. No caso dos nossos biomas, devemos, nesse novo modelo, valorizar a Mata Atlântica, a Amazônia, o Cerrado e a Caatinga, em função dos serviços ambientais que prestam ao país e mesmo ao mundo”, disse o coordenador da Frente.
Sarney Filho lembrou da luta para a aprovação da Lei da Mata Atlântica que tramitou no Congresso Nacional durante 14 anos até a sua aprovação e posterior regulamentação. “As pressões contrárias foram muitas, mas conseguimos finalmente aprovar a lei que protege o nosso bioma mais ameaçado, com a maior parte das espécies da fauna e da flora em risco de extinção”, concluiu o deputado.
Fonte: Ascom dep. Sarney Filho
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