SÃO LUÍS - O deputado Soliney Silva (PSDB) revelou-se surpreso hoje (segunda-feira, 26) com publicação feita no jornal “O Estado do Maranhão” de domingo e no blog do jornalista Décio Sá dando conta de que a morte do prefeito Raimundo Bartolomeu, o Bertim, teria sido queima de arquivo.
Na notícia, depois do deputado Paulo Neto (PSB), também o deputado Soliney Silva é envolvido no crime. Traz a versão que o ex-vereador Oliveira Mendes, conhecido como Boaventura, vendeu terreno ao deputado Soliney que o pagou com seis cheques de R$ 30 mil da prefeitura de Presidente Vargas.
Para mostrar sua idoneidade e desmentir seu envolvimento, o deputado Soliney fez um rápido histórico de sua vida política, afirmando que foi eleito vereador aos 20 anos de idade no município de Coelho Neto aonde chegou a ser presidente da Câmara e é deputado pelo Maranhão eleito nas últimas eleições com mais de 50 mil votos.
Soliney disse que é empresário bem sucedido no ramo de transportes coletivos em Teresina (PI). Segundo ele, a compra do terreno foi feita atendendo a possibilidade da empresa localizada em Teresina também se instalar em São Luís. Entraram como parte da negociação do terreno, uma picape Hilux, no valor de R$ 70 mil, e uma picape L-200 também de sua propriedade vendida para o prefeito de presidente Vargas, Bertim. “Ele comprou e pagou”, garantiu Soliney.
“Estou aqui para dizer aos senhores deputados, aos senhores jornalistas e à sociedade maranhense, que não tenho nada a ver com essa história. Sou amigo do deputado Paulo Neto e não acredito na participação dele nesse crime até que me provem o contrário”, afirmou Soliney Silva.
“Espero ter dado um ponto final na suspeita que lançaram sobre mim, pois não aceito, não vou aceitar nunca. Sou um homem de bem, respeito todo mundo e exijo respeito da imprensa”, finalizou.
Da Assessoria de Comunicação da Assembléia Legislativa.
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