SÃO LUÍS - O Ministério Público vai notificar as autoridades de saúde de Presidente Dutra para apurar as responsabilidades sobre a transferência de um recém-nascido para capital maranhense.
Sem assistência médica, o bebê conseguiu sobreviver pouco mais de 12 horas.
Maria Elinete viajou 346 Km para salvar a única filha, recém-nascida. Ela veio de Presidente Dutra até São Luís em uma ambulância, sozinha. Com o motorista, sem nenhum médico ou enfermeira. Na luta pela vida da criança Elissandra, ela encontrou portas fechadas em três hospitais públicos.
Nenhum deles tinha UTI Neon-Natal, onde a menina precisava ser internada para sobreviver.
Na última tentativa, já pela segunda vez, no Hospital Materno Infantil, Elissandra não resistiu e morreu na enfermaria. Diante da dor pela perda da filha, Maria Elinete preferiu o silêncio.
O caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público, que irá averiguar onde houve falhas no encaminhamento da paciente. A Promotora de Saúde quer saber porque a equipe médica e a Secretaria de Saúde de Presidente Dutra mandaram a paciente apenas com a mãe e o motorista da ambulância. E porque o município não providenciou antes a internação em São Luís.
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