SÃO LUÍS - O Ministério Público vai apurar o vazamento de um relatório sobre o inquérito que investiga a morte do prefeito de Buriti Bravo João Henrique Borges Leocádio. O processo que investiga o crime, cometido no dia 10 de março de 2005, tramita em sigilo decretado pela Justiça.
A abertura do procedimento administrativo e criminal foi pedido na noite desta segunda-feira pelo promotor de justiça de Buriti Bravo, Carlos Róstão Martins Freitas. Cabe agora ao delegado geral de Polícia Civil, Manoel Ferreira de Almeida Neto, iniciar as investigações.
Para o promotor de justiça, o vazamento do relatório não colabora com as investigações e configura, em tese, o crime previsto no artigo 325 do Código Penal, que dispõe sobre a violação de sigilo funcional.
“Ainda está sendo investigado o caso e qualquer manifestação antes da conclusão dos trabalhos apenas tumultua as investigações”, resumiu o promotor.
Mandante
João Leocádio foi encontrado morto em uma estrada vicinal próxima a Buriti Bravo no dia 10 de março de 2005. Duas pessoas foram presas como suspeitas da execução e cinco delegados trabalharam no caso.
Um relatório divulgado por uma comissão de delegados no último dia 20 de março citou o ex-prefeito de Buriti Bravo, Wellington de Jesus Fonseca Coelho como o principal mandante e articulador.
O mesmo relatório apontou Antonio Marcos de Sousa e Itamar Costa da Silva como os autores direto do crime. Eles estão presos desde o ano pasado.
Com informações do Ministério Público Estadual.
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