Revolta no enterro do prefeito de Buriti Bravo

TV Mirante, Rádio Mirante AM e Imirante.com

Atualizada em 27/03/2022 às 14h49

SÃO LUÍS - Centenas de pessoas acompanharam nesta sexta-feira (11), o enterro do prefeito de Buriti Bravo, Leocádio Borges, 40 anos. Muita comoção, revolta, tristeza e apelos por Justiça marcaram o enterro. O governador José Reinaldo Tavares esteve no município para prestar solidariedade à família do prefeito.

O carro em que o prefeito estava no dia de sua morte foi levado para o Fórum da cidade para que seja feita perícia. A polícia não descarta a hipótese de suicídio na morte do prefeito, mas a família de Leocádio não acredita que ele tenha se matado.

O vice-prefeito de Buriti Bravo, Raimundo Nonato Pereira Ferreira (PMDB) disse que a população do município continua em estado de choque com o assassinato do prefeito João Henrique Borges Leocádio (PDT).

Ele afirmou em entrevista à Rádio Mirante AM, que desconhecia qualquer tipo de ameaça que estaria sofrendo o prefeito João Henrique Borges Leocádio, morto nesta quinta-feira (10) com um tiro na cabeça, no povoado Gameleira, em Buriti Bravo.

Segundo o vice-prefeito, não há dúvida de que o crime tenha sido praticado por encomenda. A polícia também trabalha com a hipótese de crime de pistolagem.

- Só pode ter sido um crime político. O Leocádio não tinha inimigos, tinha apenas inimigos políticos - afirmou.

Raimundo Ferreira disse que há informações que haviam pessoas estranhas (possivelmente pistoleiros) paradas em um carro há 3 km da cidade.

O vice-prefeito disse que o prefeito João Leocádio não pediu proteção de vida ao secretário Raimundo Cutrim:

- O que ele foi pedir foi um reforço no policiamento devido ao alto índice de criminalidade na cidade - disse.

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