SÃO LUÍS - O vice-prefeito de Buriti Bravo, Raimundo Nonato Pereira Ferreira (PMDB) disse que a população do município continua em estado de choque com o assassinato do prefeito João Henrique Borges Leocádio (PDT).
Ele afirmou em entrevista à Rádio Mirante AM, que desconhecia qualquer tipo de ameaça que estaria sofendo o prefeito João Henrique Borges Leocádio, morto ontem com três tiros na cabeça, no povoado Gameleira, em Buriti Bravo.
Segundo o vice-prefeito, não há dúvida de que o crime tenha sido praticado por encomenda. A polícia também trabalha com a hipótese de crime de pistolagem.
- Só pode ter sido um crime político. O Leocádio não tinha inimigos, tinha apenas inimigos políticos - afirmou.
Raimundo Ferreira disse que há informações que haviam pessoas estranhas (possivelmente pistoleiros) paradas há 3 km da cidade em um carro próximo à cidade.
O vice-prefeito disse que o prefeito João Leocádio não pediu proteção de vida ao secretário Raimundo Cutrim:
- O que ele foi pedir foi um reforço no policiamento devido ao alto índice de criminalidade na cidade - disse.
O sepultamento do prefeito João Henrique Borges Leocádio aconteceu na tarde desta sexta-feira, 11.
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