SÃO LUÍS - O governador José Reinaldo Tavares anunciou hoje que vai pedir a ilegalidade da greve dos professores do Estado, que já entra na terceira semana.
- A greve é, ao nosso ver, abusiva. Nós fizemos um esforço enorme para atendê-los. Concedemos um aumento de 14% em janeiro. O que nós vemos é que questões políticas impedem o fim da greve. Por isso vamos utilizar os procedimentos legais para acabar com a greve. A procuradoria do Estado está pedindo a ilegalidade da greve - afirmou José Reinaldo.
Impasse - O ponto principal de discórdia entre governo e professores, é que o governo do Estado quer modificar o Estatuto do Magistério, aprovado em 1994, que prevê o pagamento diferenciado do professor de acordo com o nível.
Professsores que estão cursando o ensino superior, de acordo com o Estatuto, devem ser promovidos quando completarem o curso, ganhando aumento de 5%. Mas o governo do Estado quer acabar com esta promoção, baseado na Constituição, no entanto, os professores não aceitam.
- O que a gente quer é que o governo discuta esta questão conosco. O governo quer acabar com esse benefício e nós não achamos justo que, pelo menos aqueles que já estão cursando o ensino superior, incentivados pelo próprio governo do Estado, agora não tenham mais direito à promoção. Por isso, a greve continua - justificou Odair José, presidente do Sindicatos de Professores.
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