Mulher é presa suspeita de esfaquear marido no bairro Bacuri, em Imperatriz
A vítima foi atingida nas costas por uma arma branca. A lâmina ficou cravada no corpo do homem, que precisou ser socorrido e levado para o Hospital Municipal de Imperatriz.
IMPERATRIZ – Uma mulher identificada como Laila Fernanda de Almeida Duarte foi presa em flagrante na tarde deste sábado (2), suspeita de esfaquear o próprio marido no bairro Bacuri, em Imperatriz. O caso ocorreu na esquina das ruas Rio Grande do Norte e Osvaldo Cruz, região conhecida pela presença de casas noturnas de entretenimento adulto.
A vítima foi atingida nas costas por uma arma branca. A lâmina ficou cravada no corpo do homem, que precisou ser socorrido e levado para o Hospital Municipal de Imperatriz, conhecido como Socorrão.
Discussão teria começado após transações via Pix
Segundo informações repassadas à polícia, o casal está junto há mais de nove anos. Ainda conforme o relato inicial, o homem teria deixado Laila em casa com a filha que estaria com doente e com febre, e saiu em seguida. Segundo o depoimento de Laila, ele teria afirmado que iria sair para comprar remédio para a criança.
Ao chegar ao local, Laila teria furado dois pneus do carro do marido antes de esfaqueá-lo. Em seguida, houve uma discussão entre os dois, com gritaria. De acordo com a polícia, a suspeita relatou que foi agredida pelo marido durante o desentendimento.
Ainda conforme o relato, Laila pegou uma faca que estava dentro do veículo do marido e atingiu o homem pelas costas.
Polícia apura versão de defesa própria
Ainda conforme a polícia, Laila relatou que não foi ao local com a intenção de ferir o marido. Ela afirma que pegou uma faca que estava dentro do veículo do marido e o atingiu após ser agredida por ele.
Homem passou por cirurgia e não corre risco de morte
Após o atendimento de emergência, o homem passou por cirurgia no Socorrão para a retirada da faca. Segundo atualização sobre o estado de saúde, ele segue em recuperação e não corre risco de morte.
O caso segue sendo investigado pela polícia, que deve ouvir testemunhas e analisar as circunstâncias da ocorrência para esclarecer a dinâmica da agressão.
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