Praias do Cacau e Do Meio

Temporada de praias entra oficialmente no calendário cultural de Imperatriz

Com 60 dias de duração, período agora possui novas datas para ocorrer anualmente.

Divulgação / Assessoria

Atualizada em 27/03/2022 às 11h03
A decisão reconhece a temporada no calendário cultural da cidade, com duração de 60 dias e nível do rio controlado de forma segura.
A decisão reconhece a temporada no calendário cultural da cidade, com duração de 60 dias e nível do rio controlado de forma segura. (Foto: Divulgação)

IMPERATRIZ - Formalmente, Imperatriz contava com dois meses de duração das praias do Cacau e Do Meio, porém sem data especifica e com oscilações de funcionamento. Agora, por meio da Resolução Federal nº 70/2021 da Agência Nacional de Águas, ANA, o período de praias do Município irá ocorrer anualmente do dia 1º de julho até o segundo domingo do mês de setembro. A decisão reconhece a temporada no calendário cultural da cidade, com duração de 60 dias e nível do rio controlado de forma segura.

Estabelecer uma data fixa, resguardando o lazer dos munícipes e dos turistas atraídos para a região, também traz mais seguridade econômica aos Empreendedores das Praias. “O período curto das praias, com oscilação de funcionamento, trazia um risco aos frequentadores e às atividades econômicas. Com o reconhecimento oficial do período, todos nós poderemos nos organizar melhor, tanto como a Prefeitura, o setor comercial e quem frequente”, explica o superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão Silva.

Desde 2019 a Defesa Civil encaminha à ANA e ao Consórcio Estreito Energia, Ceste, solicitações, por meio de requerimentos, ofícios e pareceres técnicos, para o reconhecimento oficial do período no calendário cultural da cidade. O pedido da Prefeitura se dava em decorrência do curto tempo para o funcionamento das praias, pois Imperatriz não estava contemplada dentro circuito de condições na diminuição da operação de aproveitamentos hidrelétricos durante a temporada.

Decisão favorável ao pedido veio após o órgão municipal realizar reuniões e debates com o Comitê de Gestão de Crise do Rio Tocantins criado pela ANA. Além disso, o Relatório de Contribuição ao Sistema de Participação Social nas Decisões da Agência, feito através de consulta pública, serviu de subsídio para a inserção da cidade na nova resolução que estabelece Condições de Operação para o Sistema Hídrico do Rio Tocantins.

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