IMPERATRIZ – O primeiro dia de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em Imperatriz, foi considerado tranquilo em relação a registros policiais. Vários candidatos foram impedidos de entrar nos locais de prova por terem chegado após o fechamento de portões.
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A queixa mais comum dos candidatos que tiveram o campus Avançado da Universidade Federal do Maranhão (Ufma) como local de prova era a falta de informação.
“Cheguei atrasado porque eles colocaram no cartão só Avenida Principal s/nº e a única referência que tem é a Universidade Federal e a Universidade Federal que a gente conhece é aquela do Centro. Fui lá e me informaram que era aqui, mas já foi tarde, às 12h20, porque é longe”, reclamou Jeferson da Silva Mota.
O prejuízo para o candidato só não foi maior do que a decepção que ele teve.
“A gente passou o ano inteiro se preparando e agora só ano que vem”, lamentou o rapaz.
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A candidata Jecilene de Sousa Dias, que estavam com Jeferson da Silva, também, não conseguiu disfarçar o desapontamento.
“Agora eu queria saber para quem a gente recorre quando o endereço não está correto, a gente chega num local e nos manda para outro. E aí, a gente fica no prejuízo, perde um ano de graça?”, indagou a candidata que tentaria o Enem pela quarta vez.
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A candidata Maria Jucileide da Silva se queixou de outro problema: foi impedida de fazer a prova na Escola Paulo Freire, porque ter se recusado a tirar um chapéu que estava usando.
“Estou fazendo tratamento de câncer e eles acham que se não tirar o chapéu (...),não sei quais são os critérios aí, não faz a prova. E eu não quero fazer a prova passando por esse constrangimento”, disse a mulher deixando o local de prova.
Em todo o Estado, segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), 232.292 estudantes estavam aptos a fazer a prova, número 13,8% maior do que em 2012.
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