Negada liminar a empresário acusado de seqüestrar maestro

Empresário Jorge Luiz Macedo será interogado nesta quarta-feira.

Atualizada em 27/03/2022 às 15h21

IMPERATRIZ - Será interrogado nesta quarta-feira, às 15h, no Fórum da comarca de Imperatriz, o empresário Jorge Luiz Macedo, denunciado pelo Ministério Público como mandante e executor do seqüestro do maestro Wilson Bandeira de Sousa, em 16 de março de 2002, que ainda está desaparecido.

O caso foi desvendado pelo Ministério Público por meio do Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gecoc).

O desembargador Benedito Bello, respondendo pelo plantão judiciário de segundo grau, negou liminar em habeas corpus impetrado pelos advogados Miguel Daladier Barros e Jacqueline Aguiar de Sousa, que visava a liberação do empresário.

A defesa impetrou outro HC, agora junto ao plantão criminal de

Imperatriz, que também foi denegado.

Além do empresário Jorge Luiz Macedo, foram presos, a pedido do ministério Público, o SD PM James Macedo e Amós Cirqueira Santiago. O empresário, que na fase do inquérito havia conseguido um habeas corpus, não mais obteve decisão favorável após as conclusões oficiais de sua participação no crime, obtidas por meio de diligências complementares realizadas por Grupo Especial do Ministério Público.

A Polícia ainda está na captura do outro acusado, Edinaldo Assis Sousa, e busca o corpo do maestro Wilson Bandeira, já que há fortes indícios de que a vítima esteja morta.

As informações são da Assessoria de Comunicação do Ministério Público.

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