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Senado analisa isenção de ISS para Copa do Mundo Feminina de 2027

Projeto autoriza municípios a conceder isenção de ISS para a Copa do Mundo Feminina de 2027 e será votado no Senado

Ipolítica, com informações da Agência Senado

Senado vota projeto que permite isenção de ISS para empresas envolvidas na Copa do Mundo Feminina de 2027.
Senado vota projeto que permite isenção de ISS para empresas envolvidas na Copa do Mundo Feminina de 2027. (Foto: Nayra Halm)

BRASÍLIA – O Plenário do Senado deve analisar nesta terça-feira (9) o projeto que autoriza os municípios a conceder isenção do Imposto sobre Serviços (ISS) para empresas envolvidas na organização e realização da Copa do Mundo Feminina de 2027.

A proposta, já aprovada pela Câmara dos Deputados, altera a legislação para criar uma base legal que permita às administrações municipais adotar ou não o benefício fiscal por meio de legislação própria.

Incentivo para o torneio

De iniciativa do Poder Executivo, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 55/2026 busca viabilizar a realização da Copa do Mundo Feminina no Brasil e cumprir compromissos assumidos pelo país junto à Federação Internacional de Futebol (Fifa).

Pelo texto, o período de eventual isenção do ISS deverá coincidir com o prazo dos incentivos fiscais concedidos pela União para o evento.

A competição será disputada em oito cidades brasileiras: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Fortaleza e Porto Alegre.

Outros projetos

O primeiro item da pauta do Senado é o projeto que transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets) de Minas Gerais e do Rio de Janeiro em universidades tecnológicas federais, com autonomia administrativa, financeira e didática.

Os senadores também devem analisar a proposta que cria a política de governança da administração pública federal, estabelecendo princípios como transparência, integridade, prestação de contas e melhoria regulatória.

Outro projeto previsto na pauta estabelece medidas de proteção e acolhimento para trabalhadores domésticos resgatados de condições análogas à escravidão, incluindo afastamento do agressor, proibição de contato com a vítima e encaminhamento para programas de assistência social e psicossocial.

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