Listas

Maranhense é favorito para vaga no STJ, diz revista

Ney Bello Filho é desembargador do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília.

Gilberto Léda, com Crusoé

- Atualizada em 26/03/2022 às 18h46
Ney Bello integra lista de onde sairão nomes em fevereiro
Ney Bello integra lista de onde sairão nomes em fevereiro (Agência Assembleia)

BRASÍLIA - O desembargador maranhense Ney Bello Filho desponta como um dos favoritos para ocupar uma das cadeiras deixadas pelos ministros Napoleão Nunes Maia Filho e Nefi Cordeiro no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

A avaliação é da revista Crusoé, em reportagem divulgada no fim de semana.

Bello é membro do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília.

"Além do apoio do ministro do STF Gilmar Mendes, de quem é amigo, o magistrado ficou bem cotado no Planalto depois de proferir uma decisão que agradou ao círculo presidencial. Bello foi o relator da decisão que anulou no início do ano o relatório de inteligência financeira do Coaf que apontava movimentações atípicas nas contas de Frederick Wassef, advogado do presidente Jair Bolsonaro e de dois de seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro e o 04 Jair Renan. No fim do ano, Gilmar conduziu decisão semelhante, em favor de Flávio, na Segunda Turma do STF", diz a publicação.

Listas - As listas com os desembargadores que concorrerão às vagas abertas na Corte foram divulgadas em novembro pelo STJ. São 16 desembargadores TRFs) do Brasil, que disputam duas cadeiras.

Estão abertas vagas para a 1ª Turma e para a 5ª Turma do STJ, responsáveis, respectivamente, pelo julgamento de casos envolvendo Direito Público e Direito Penal.

A escolha será realizada no dia 23 de fevereiro do próximo ano, em sessão presencial do Pleno, que poderá formar duas listas tríplices com nomes distintos - uma para cada vaga -, ou eleger quatro candidatos. Neste caso, composta a primeira lista com três nomes, a segunda será integrada pelos dois remanescentes da anterior e mais um.

Após a escolha no STJ, os indicados terão seus nomes encaminhados ao Senado para sabatinas na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). Somente após aprovação na comissão e no plenário os novos ministros poderão ser empossados.

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