Mercado de trabalho

Truques de linguagem corporal podem alavancar sua carreira

A linguagem corporal diz muito sobre você. Que tal aprender a dominá-la?

Maurício Araya / Imirante.com

No mercado de trabalho, a primeira impressão pode ser uma importante aliada.
No mercado de trabalho, a primeira impressão pode ser uma importante aliada. (Divulgação)

SÃO LUÍS – Sabe aquela máxima que diz que a "primeira impressão é a que fica". Pois é, no mercado de trabalho, essa primeira impressão pode ser uma importante aliada, ou o motivo de você não ter fechado aquele ótimo negócio ou conquistado aquela promoção na sua empresa. A linguagem corporal diz muito sobre você. Que tal aprender a dominá-la?

Veja, abaixo, algumas dicas listadas pela revista FastCompany com o auxílio de uma coach profissional, que poderão te ajudar nessa tarefa:

Boa postura – tudo começa pela forma com que as pessoas ao seu redor te enxergam. É importante manter o cuidado com a forma como se senta, por exemplo. Estudos comprovam que quanto melhor a postura, maiores são os elogios recebidos.

Confiança – de acordo com uma pesquisa, segurar bebidas quentes – como o café – transmitem a sensação de confiança. A dica que até parece pegadinha, pode, sim, te ajudar profissionalmente. A explicação para isso é que, quando seguramos algo considerado perigoso por ser muito quente, como é o caso das bebidas, parecemos mais generosos e suaves.

Seu rosto revela – estudo da Universidade da Califórnia comprova que as pessoas revelam o conteúdo do que estão lendo pelas expressões faciais. Com isso, lembre-se de relaxar os músculos do rosto enquanto lê seus e-mails.

Cumprimentos – um simples apertar de mão transmite a sensação de animação e cooperação com as outras pessoais. Portanto, se estiver em uma negociação, por exemplo, não se esqueça daquele aperto de mão firme e confiante antes e depois da transação.

Tom de voz – uma pesquisa feita pela Universidade de Duke com 792 chefes executivos americanos mostram que líderes que falam mais baixo têm mais autoridade sobre um grupo de funcionários. O mesmo estudo comprovou que, quando se baixou a frequência vocal de 125 Hz – considerada a ideal – para 22 Hz, houve aumentos reais de salários.

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