Paralisação parcial

Correios realizam mais um mutirão de entrega neste fim de semana

Correios

- Atualizada em 27/03/2022 às 12h02

BRASÍLIA - Neste fim de semana (5 e 6), os Correios irão realizar mutirões para colocar em dia a entrega de cartas e encomendas à população nas localidades em que há paralisação parcial — a ação é parte do Plano de Continuidade de Negócios. Para isso, medidas como deslocamento de empregados entre as unidades e realização de horas extras serão feitas para normalizar a demanda do órgão.

Um total de 93,43% dos empregados (116.287) já trabalharam normalmente nesta sexta-feira (4). Entre os empregados da área operacional (carteiros, atendentes e operadores de triagem e transbordo), o índice de trabalhadores presentes foi de 92,22%. O número é apurado por meio de sistema eletrônico de presença.

A rede de atendimento está aberta em todo Brasil e todos os serviços, inclusive o Sedex e o Banco Postal, estão disponíveis - com exceção da postagem, entrega e coleta de encomendas com hora marcada nos locais com paralisação deflagrada. A maior parte dos serviços de hora marcada foi restabelecida em Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Tocantins e Minas Gerais (para postagem e entrega dentro do próprio Estado). Nos Estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Tocantins e Amapá, além da região metropolitana de São Paulo e da região de Bauru/SP, não há paralisação – com esses sindicatos, os Correios já assinaram acordo, que foi protocolado no Tribunal Superior do Trabalho - TST com pedido de extensão aos demais sindicatos.

Negociação

Na quinta-feira (3), mais de 40 mil trabalhadores dos Correios (mais de 30% do efetivo total da empresa), que fazem parte dessas bases sindicais, receberam o pagamento das diferenças do reajuste de 8% referentes aos meses de agosto e setembro, que totalizou R$ 13 milhões. O mesmo pagamento será efetuado em três dias úteis aos trabalhadores das bases sindicais que assinarem acordo antes do dissídio no TST, agendado para terça-feira (8), quando serão julgadas a abusividade da greve e as cláusulas sociais e econômicas da categoria.

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