RIO - A Petrobras já iniciou medidas de contingência nas refinarias para fazer frente à ameaça de interrupção no fornecimento de gás boliviano. Essas medidas também serão estendidas à geração de energia elétrica, a partir do gás natural (termelétricas).
Em relação aos segmentos como industrial e GNV (veicular), o Ministério, em conjunto com as empresas produtoras e distribuidoras, prepara um plano de contingência para manter o abastecimento de gás natural.
As diretrizes foram anunciadas em nota divulgada há pouco pela assessoria da Petrobras, após reunião do presidente da estatal, José Eduardo Dutra, com a ministra de Minas e Energia, Dilma Roussef, e técnicos de ambas as instituições.
O plano considera a utilização de biocombustíveis como um das principais alternativas para gerenciar uma situação temporária de redução no fornecimento de gás proveniente da Bolívia.
A nota destaca que os reservatórios de usinas hidrelétricas estão com níveis elevados de água acumulada, o que segundo assegura a confiabilidade do fornecimento de energia elétrica o país, segundo o Ministério.
Ainda de acordo com a nota, o abastecimento do gás de botijão está garantido, porque sua disponibilidade não depende de importação da Bolívia.
Quanto ao abastecimento de gás natural canalizado aos consumidores residenciais, a estatal afirma que, independentemente das medidas de contingência que possam ser adotadas, vai garantir o seu fornecimento
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