BRASÍLIA - O ministro chefe da Casa Civil, José Dirceu, comentou nesta segunda-feira, 16, pela primeira vez, sobre a demissão do assessor do Planalto Waldomiro Diniz, acusado de corrupção.
Ele disse que as denúncias não "apontam para nenhuma irregularidade no atual Governo, que já fez o que tinha que fazer, exonerando o Subchefe de Assuntos Parlamentares e mandando a polícia competente instaurar inquérito". E completou: "Qualquer outra iniciativa deve ser de autoria do Ministério Público, da Polícia Federal e do Parlamento". Ao citar o Parlamento, o ministro preferiu não se envolver na decisão sobre a criação ou não de uma CPI para investigar as denúncias.
O ministro - que estava no Congresso participando da solenidade de abertura dos trabalhos legislativos - não permitiu aos jornalistas fazerem perguntas e se retirou após fazer o comentário.
Pela manhã, Dirceu recebeu elogios públicos do presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha (PT-SP). No discurso em que fez um balanço do último ano e anunciou as perspectivas para 2004, João Paulo fez uma deferência a Dirceu. "O ministro é o grande motor do Governo. É um grande brasileiro. Você pode contar com seu amigo para os desafios dessa mensagem ao Congresso", disse, referindo-se a mensagem encaminhada pelo presidente Lula ao Parlamento, da qual Dirceu foi portador.
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