BRASÍLIA- O presidente do Senado, José Sarney, reafirmou nesta quarta sua avaliação de que as reformas poderão ser aprovadas em quatro meses, mesmo prazo que o governo demandou para enviá-las ao Congresso, apesar da polêmica criada em torno de algumas propostas, inclusive na base do governo.
"A matéria é muito controversa, mas nós estamos aqui para harmonizar esses conflitos, e acho que vamos harmonizá-los".
Sarney concordou com a tese de que o PMDB deveria estar no governo para garantir a aprovação das reformas.
"Eu sempre tive esse ponto de vista, e continuo com ele".
O presidente do Senado enfatizou que considera absorvida a decisão do Executivo de enviar as reformas - tanto a da Previdência quanto a tributária - à Câmara dos Deputados, onde começarão a tramitação no Congresso Nacional:
"Nossa opinião é de que a reforma tributária começasse aqui pelo Senado, que é a Casa da federação, pois o tema diz muito sobre o equilíbrio das contas estaduais.
Mas a decisão do presidente da República foi de iniciar pela Câmara, e não vamos de nenhuma maneira criar obstáculos. Vamos trabalhar de comum acordo.
Já conversei com o presidente da Câmara e vamos trabalhar em conjunto".
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