AÇAILÂNDIA – Um homem identificado como Jackson Pereira de Sousa foi condenado pela Justiça a 18 anos e 9 meses de prisão em regime fechado pelo homicídio qualificado de Natanael Romano da Conceição, ocorrido em julho de 2025. A sentença foi definida durante sessão realizada no dia 30 de julho. A vítima foi morta em um bar da cidade.
Segundo a denúncia do MPMA, o homicídio ocorreu no bairro Vila Ildemar, em Açailândia. As investigações apontaram que Jackson já teria chegado ao local armado. Após um desentendimento relacionado ao uso de uma cadeira, o réu teria perseguido Natanael até uma garagem próxima ao estabelecimento e feito ameaças com uma arma de fogo.
Ainda conforme a denúncia, mesmo após ser contido por uma testemunha, Jackson teria aproveitado um momento de distração e disparado três vezes contra a vítima. Natanael Romano da Conceição foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levado ao Hospital Municipal de Açailândia, mas não resistiu aos ferimentos.
Investigação levou à prisão por morte em bar no ano passado
Após o crime, a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA) identificou Jackson como principal suspeito. Durante as investigações conduzidas pelo 2º Distrito Policial de Açailândia, a polícia solicitou à Justiça mandados de busca e apreensão e prisão temporária.
Na ação, foram apreendidas duas pistolas, uma de calibre 9mm e outra .40 S&W, além de um revólver calibre .357 Magnum, encontrado em outro imóvel. A arma estava escondida dentro de um jarro de planta e tinha três munições deflagradas.
Condenado por morte em bar tentou fugir da polícia
Durante o cumprimento dos mandados, o investigado foi encontrado em uma residência. Segundo a PC-MA, ele tentou fugir ao perceber a chegada dos policiais, mas foi contido.
O homem foi preso também pelo crime de posse irregular de arma de fogo de uso restrito e encaminhado à Unidade Prisional de Ressocialização de Açailândia, onde permaneceu à disposição da Justiça.
A acusação foi apresentada pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA), por meio da promotora de Justiça Fabiana Santalucia Fernandes. A decisão foi proferida pelo juiz Euclides Arruda.
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