São Luís 409 anos

Sítio Piranhenga resguarda história e belezas arquitetônicas em São Luís

O espaço é aberto à visitação de segunda a sábado.
Neto Cordeiro e Raunyr dos Santos / Imirante.com08/09/2021 às 06h30

Foto: Raunyr dos Santos/Imirante.com

SÃO LUÍS - O Sítio Piranhenga é composto por diversos ambientes, como o casarão e uma senzala do século XVIII. Construído por mãos escravas há mais de 200 anos, o local resguarda história e cultura e fica no Parque Pindorama, em São Luís.

O Imirante.com visitou o local cercado por mata preservada. O guia de Turismo Diones Lindoso, de 33 anos, indica o passeio a pé para que prefere apreciar o ambiente e respirar o ar livre. Em caso de idosos e pessoas com dificuldade de locomoção, é possível ir de carro.

Na parte baixa, logo encontramos a antiga senzala, que também já foi um depósito de cal. Também há ao lado duas caieiras, onde era produzido o cal a partir da casca do sarnambi. Assim, carregado de história e remontando cenário de outro século, o Sítio Piranhenga oferece ao visitante uma experiência ímpar.

Foto: Neto Cordeiro/Imirante.com

O próximo passo ou os próximos passos são dados subindo 96 degraus de uma escadaria com azulejos de origem portuguesa e francesa. Uma curiosidade são as namoradeiras em cada curva que, conforme explica o guia Diones, apenas os brancos poderia se sentar nesses banquinhos na época.

Chega-se, então, à casa grande, com uma pinha em frente dando as boas-vindas. A estrutura do casarão sofreu modificações ao longo dos anos por vontade dos proprietários. A cada detalhe, uma história e revelações sobre o gosto e a arte da época. Ao lado, foi construída uma capela, também, com riqueza de detalhes arquitetônicos.

Foto: Neto Cordeiro/Imirante.com

O espaço é aberto à visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h. E aos sábados, das 8h às 12h. O visitante paga uma taxa de R$ 3 para o acesso. Uma dica é aproveitar o cenário histórico para fotos de casamento ou formatura. Mais informações pelo número: (98) 98144-6853.

O Sítio é mantido pelo Centro Profissionalizante do Maranhão (Cepromar), uma organização não governamental, que, além de administrar e preservar o patrimônio, promove cursos profissionalizantes gratuitos.

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