Em Dom Pedro

Humor e representatividade fazem maranhense ganhar destaque na web

Mathy Lemoss é natural de Dom Pedro e já tem mais de 500 mil seguidores, somando seu público no Tik Tok e Instagram.

Anne Cascaes/ Na Mira

- Atualizada em 27/03/2022 às 11h06
Como mulher trans, ela espera contribuir de forma positiva para levantar o tema e garantir respeito e reconhecimento.
Como mulher trans, ela espera contribuir de forma positiva para levantar o tema e garantir respeito e reconhecimento. (Foto: arquivo pessoal)

DOM PEDRO (MARANHÃO) - Em tempos de produção em massa de vídeos em plataformas como o Tik Tok, o gosto de quem consome esse tipo de conteúdo costuma ficar cada vez mais criterioso. Produção, expressividade, humor e dublagem: todos os itens precisam estar alinhados.

E a maranhense Mathy Lemoss acerta em cheio todas essas categorias. Não é por acaso que ela ganhou destaque na plataforma e já soma mais de 470 mil seguidores no aplicativo de vídeos e mais de 130 mil no Instagram, onde também compartilha seus trabalhos.

"Sempre fui apresentada! Sempre gostei de palco, apresentação de escola, etc. Daí um casal de amigos me convidou para participar do canal Xibel, do qual fiz parte. Daí em diante não parei mais", conta Mathy.

Natural de Dom Pedro, interior do Maranhão, Mathy Lemoss já está há cinco anos produzindo conteúdos na internet. Mas, não é só mera diversão. A digital influencer preza por levar positividade e transformação para a vida de cada pessoa que acompanha seu conteúdo e espera, também, ser conhecida nacionalmente pelo seu trabalho.

"A conquista é ver o sorriso dos meus 'nenos' (como chamo meus fãs), receber mensagens diariamente de pessoas que estão deixando a tristeza de lado com meus vídeos. Isso é o mais importante: tocar as pessoas", afirma.

Outro ponto importante da trajetória de Mathy é a representatividade. Como mulher trans, ela espera contribuir de forma positiva para levantar o tema e garantir respeito e reconhecimento. "Eu nessa caminhada estou buscando ser reconhecida nacionalmente e levar muita representatividade por ser uma mulher trans, nossa comunidade tem que ser representada sempre", finaliza.

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