Dicas

Seis sugestões de brincadeiras tradicionais para fazer nas férias

Pique-pega, queimada e elástico são algumas das brincadeiras indicadas para a criançada.

Portal EBC

- Atualizada em 27/03/2022 às 11h31
(Foto: Reprodução / Internet)

BRASIL - Pique-pega, queimada, elástico, amarelinha, esconde-esconde, bolinha de gude. Brincadeira não envelhece, não tem tempo nem espaço. Para a criança, toda hora é hora e todo lugar é lugar. Lembre-se da sua infância e das suas brincadeiras favoritas. Com certeza, seus filhos também vão se divertir com elas.

Aqui seguem algumas sugestões para garantir a diversão nessas férias.

Ciranda

Dizem os conhecimentos populares que a ciranda surgiu no Brasil em Pernambuco, como uma dança típica das mulheres dos pescadores da ilha de Itamaracá. Enquanto esperavam os homens voltarem do mar, elas cantavam e brincavam de mãos dadas na beira das praias. Mas o costume é mais antigo, de origem portuguesa e muito praticado no século XIX.

Quem brinca na ciranda é cirandeiro ou cirandeira. Quem canta é o mestre. Ele, o contramestre e os músicos cantam e tocam os instrumentos no centro da roda. Os cirandeiros dançam em volta com movimentos que imitam o das ondas do mar, dando um passo à frente com o pé esquerdo, depois dois atrás e mais um à frente, voltando para o centro da roda de novo. No meio, todos levantam as mãos. O sentido é o anti-horário.

A mais famosa ciranda conhecida é de Pernambuco é a “Ciranda de Lia da ilha de Itamaracá”. Mas há muitas outras cantadas por crianças e adultos de todo o país.

Peteca

Brincadeira, também, muito antiga e presente nas mais variadas culturas. Pode ser feita de vários materiais diferentes e brincada por duas ou mais pessoas, sejam crianças ou adultos. A peteca é, sem dúvida, um brinquedo democrático.

Passa anel

Sentados numa roda, o grupo tira a sorte para ver quem vai passar o anel. Todos devem unir as palmas das mãos e erguê-las na sua frente. Quem ganhou na sorte deve segurar o anel entre as palmas das mãos e passar as suas mãos pelas mãos dos componentes do grupo deixando o anel nas mãos de alguém que ele escolher, mas deve continuar fazendo de conta que continua passando o anel até o último do grupo. Ao final, pergunta a um dos participantes: “onde está o anel?”. Se este acertar ele será o próximo a passar o anel. Se errar, quem recebeu o anel é que passará, começando novamente a brincadeira.

Trava-língua

Espécie de jogo verbal que consiste em dizer, com clareza e rapidez, versos ou frases com grande concentração de sílabas difíceis de pronunciar, ou de sílabas formadas com os mesmos sons, mas em ordem diferente.

"Quando toca a retreta, na praça repleta, se cala o trombone, se toca a trombeta"

"No vaso tinha uma aranha e uma rã. A rã arranha a aranha. A aranha arranha a rã"

"- Alô, o tatu taí? - Não, o tatu num tá. Mas a mulher do tatu tando é o mesmo que o tatu tá"

"Tecelão tece o tecido, em sete sedas de Sião. Tem sido a seda tecida, na sorte do tecelão"

"Tigelinha de água fria, que caiu da prateleira, foi nos olhos de Maria, que chorou segunda-feira"

"Corrupaco, papaco, a mulher do macaco, ela pita, ela fuma, ela toma tabaco, no sovaco do macaco"

Rouba bandeira

As crianças são divididas em dois grupos de igual número. Em cada campo, dividido também em dois, são colocadas duas bandeiras (de cada lado), no fundo dos campos. Cada grupo deve tentar roubar a bandeira do lado oposto, sem ser tocado por qualquer jogador daquele lado. Se for tocado fica preso e como uma estátua, colado no lugar. Os adversários podem salvá-lo, bastando ir até o campo e tocar o companheiro. O lado que tiver mais meninos presos perde e o outro partido consegue finalmente roubar a bandeira. Vence quem pegar a bandeira primeiro independente se tiver conseguido colar os adversários

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